Muita gente bacana se reuniu pra discutir ideias e propostas pra essa campanha pra Deputado Federal. E nós chegamos a conclusão que precisavamos de um grande tema que fosse a síntese da aproximação de nossa geracão com a política. Nosso tema na verdade é uma pergunta, uma provocação, um estímulo ao debate:
O que é novo pra você?
E nosso tema é dividido em quatro grandes áreas: transparência radical, economia criativa, cabeca aberta para o novo e um novo jeito de fazer politica.
A partir de agora, vamos debater esses assuntos, e queremos que todos participem, afinal de contas nossa pergunta gera debate, gera participação e é um estimulo para você dar suas opiniões.





Ale, por quanto tempo o novo é novo?
Grande abraço e boa sorte.
“transparência racial” está escrito errado aqui na descrição do vídeo.
Abs,
Micael
Economia Criativa, sinceramente gosto muito disso!!!!
Gostei, honestamente você está no caminho de ganhar meu voto!!!
abraço e forças sempre
Direito á Cidadania,algo novo para muita gente no Brasil, aonde coexistem muitos Brasis.
Por exemplo,vejo a notícia de uma novidade no Brasil implantada em poucos Estados o direito a Certidão de Nascimento da criança ao sair da maternidade.!!!!Que maravilha!!!
Eu tenho 47 anos,nasci em São Paulo,á poucos metros da Av:Paulista,na ProMatre Paulista,filha de um médico e de uma assistente social,eu tive esse direito á 47 anos atrás.Esse tipo de coisa me assusta! Quando conseguiremos universalizar os direitos escritos na nossa constituição Cidadã de 88??Precisamos trabalhar para isso.Não de demagogia para um povo que nem sabe o que é ser cidadão.Nem é preciso inventar muito é só cumprir as Lei que criamos.Parabenizo o Ale tb. por respeitar a Lei Cidade Limpa e a transparencia para todos os níveis.
Obrigado Leticia!
Valeu pela força! Concordo com o urgente resgate da cidadania Hoje em dia vivemos o atraso dos currais eleitorais, onde politicos são eleitos aravés de lederancas comunitárias compradas. Tudo com muito dinheiro e pouco compromisso. O resgate do voto de opinião pode se ruma maneira de enfrentar tudo isso. Concordo também com o necessearia implantação do Estatuto das Cidades e com políticas de estado acima das políticas de governos. Abs! Ale.
Opa! Esse é o assunto Renato. Temos muitas coisas pra fazer em torno dele. Venha no debate que faremos sobre isso no dia 11/8 no Studio SP! Abs! Ale.
Valeu! Ja foi corrigido! Abs! Ale.
Ei Thiago! Depende do quanto tempo a cabeça fica aberta, né? Valeu! Abs! Ale
O Novo pra mim é a distribuição de oportunidades. Você teve uma oportunidade, então distribua ela para quem não teve.
O Novo é o espaço urbano pertencer ao cidadão, tanto no caracter ocupação, intervenção e afins quanto na responsabilidade.
Exemplo: a cidade alaga, por que a população joga lixo na rua. Jogar lixo na rua é um tipo de ocupação do espaço público, é preciso mudar isso com educação e estratégias e puliticas públicas realistas em relação ao lixo e a educação.
Cidadania pode se tornar uma palavra vazia.
O novo é preenchê-la com ações, que além de oferecer acesso e informação se utilizem de todos os artifícios socio-culturais para se torarem de fato transformadoras.
Me desculpe Joana,mas a cidade alaga desde sempre quando chove muito,aliás existem realtos históricos de enchentes em São Paulo desde o começo do século 20 até anteriormente sabia-se que justamente por isso lá na região central ,se sua fundação aonde hoje muitos rios foram canalizados havia muitos peixes e as vezes os rios transbordavam.Portanto ter enchente é algo natural,rios enchem e se esvaziam,o que não pode e deixar pessoas morarem lá por pena ou qualquer outro motivo conjuntural.Precisamos é oferecer moradias dignas e não é fazendo política populista de distribuição de favores que vamos transgformar a sociedade.E quando pudemos dar cidadania completa as pessoas elas poderão aproveitar as oportunidades,pq terão condição de buscar o que quiserem.E isso não é algo vazio e algo para fazer mudanças reais!!Ninguém precisa de favores ,precisa ter seus direitos respeitados,isso sim.
O que é novo prá mim é escolher o meu candidato a deputado federal e não poder votar nele porque ele é de outro estado.
O que é novo para mim é um deputado com idéias novas não poder ser alçado, por número de votos obtidos no pleito, a Presidente da Nação.
Penso que seria novidadeiro no mundo de pleitos e escolhas, que um candidato, qualquer que fosse o cargo que pleiteasse, se tivesse proporcionalmente em sua região mais votos que qualquer outro no país, esse deveria ser naturalmente indicado a cargo mais elevado.
Penso que o cidadão, quando é bom, pode ser carregado pelo povo, literalmente e não apenas por escrito, ao palácio de comando de uma nação e de lá conduzir os outros aos seus devidos lugares.
A lei, infelizmente, considera um ato assim barbarismo, e inconstitucional. De fato é, pode-se dizer, uma revolta popular, mas não estariam retirando do cargo à força o governo anterior, apenas elevando a este novo, alguém reconhecidamente competente.
Bom, penso que é utópico demais ensejar que a mídia no país consiga enaltecer um ‘salvador da pátria’ capaz de erguer uma sólida voz no meio das multidões.
De qualquer forma, enriquecendo o Brasil, fico feliz.
Joana,
Quando falo da economia criativa, estou sim enfatizando a necessidade de distribuição de oportunidades. Não estou considerando apenas o centro expandido não. Pelo contrário Acho que as mais incríveis expressões dessa criatividade estão na periferia da cidade. Mas ao mesmo tempo, creio que essa é uma verdade pouquíssimo valorizada. O PIB da criatividade poderá nos dar instrumentos para garantir nos orçamentos um investimento justamente para as expressões que mais precisam. Acredito também que a noite é sim uma oportunidade de geração de renda, inclusão social e desenvolvimento econômico. No próximo dia 6, irei com algumas pessoas à inauguração de uma casa de shows na Cidade Tiradentes, organizada em torno do novo movimento de funk que surgiu na região. É um ótimo exemplo de mobilização comunitária em torno de uma expressão do comportamento cultural e que pode ter uma ação transformadora. Na minha experiência na Coordenadoria da Juventude pude conhecer e desenvolver projetos que me ensinaram a importância da cultura da periferia. Como diz meu sócio e grande amigo Hermano Vianna, essa é na verdade a cultura central, da maioria. Nós, aqui do centro é que estamos periféricos a ela. Minha relação com o Hip Hop, a arte urbana do graffiti e todas as outras manifestações me ensinaram muto. Acredito que podemos potencializar a criatividade de todas as áreas. Quando falo em arte contemporânea, não estou restringindo o discurso aos poucos e bons não. Não me candidataria para esse tipo de representação. Quero participar de um movimento de transformação na política e isso passa necessariamente por um processo de inclusão social, geração de oportunidades e revolução educacional. A Criatividade da cidade pode ajudar demais nisso. Valeu pela participação! Abs!
Que Bom Alê, gostei da sua argumentação. Sabemos que esta inclusão passa pelo “preconceito geográfico” quando mais longe mora o sujeito… mais dificil ele ter acesso ao centro “diverso” e cultural. Acho que o Hip Hop, o grafite e o Funk são a verdadeira arma da guerrilha cultural que te muitas dificuldades de atravessar as pontes. Nossa temos tantas pontes para atravessar.
Mas Gostei muito da sua argumentação, gostei mesmo, gostaria de saber mais sobre este NOVO movimento do funk da cidade Tiradentes. Conheço pouco pra queles lados… Conheço mais a Z/S…
Espero que as açoes possam unir essas pontes, como um tubo água, em que todos possam escorregar e esta cidade possa circular para todos os lados e romper as fronteiras.
Obrigado pela atenção.
Desenvolvimento sustentavel
Acho que precisa ser criada na população brasileira a cultura do desenvolvimento sustentável.
abraço.
Concordo Kelisson! Valeu a participação! Abs
Legal.