Quem Vota

PENA SCHIMIDT – Produtor Musical/ Auditório do Ibirapuera

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A politica e a cultura podem estar na mesma conversa. Precisamos eleger políticos que pensem como a gente. Acredito que é bacana ter uma opinião e declarar o seu voto. Eu voto no Alê.

PABLO CAPILÉ – Circuito Fora do Eixo e ABRAFIN

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O que existe de mais importante hoje em dia é a construção colaborativa e estimular a inteligencia coletiva, democratizando as planilhas e os seus conceitos. O Alê traz para o centro do debate a democratização dos bens culturais.

CAMILO ROCHA – DJ, produtor e jornalista

O Alê é o meu candidato porque ele discute assuntos que ninguém mais discute na política.

GUGA STROETER – Músico/ Produtor

O que é novo para mim são as formas colaborativas de criação. Aprendi muito com o Alê sobre esse sitema de juntar pessoas e colaborar para criar algo que ainda não existe, por isso o apoio.

JEFERSON DE – Cineasta

TIÊ E THIAGO PETHIT

RICARDO YOUNG – Candidato do PV ao Senado pelo Estado de São Paulo

O novo, para mim, é o Alê!

ROBERTA YOUSSEF – Atriz e apresentadora

Acredito na criatividade, na novidade, na juventude; só nós podemos mudar a cara desse país. Eu apoio o Alê por encontrar nas propostas dele temas que eu posso me identificar como jovem.

XIS – Rapper e apresentador

Sinto falta de pessoas que nos representem como o Alê faz. Apoio o Alê porque ele é um cara novo, que pensa como a gente, que está no meio da galera. O Brasil precisa de pessoas novas para mudar esse ambiente caótico em que a gente vive.

FÁBIO FELDMANN – Candidato ao governo de SP pelo PV

O mundo contemporâneo é o mundo da diversidade. O Alê é o cara que faz a ponte entre a política tradicional e as novas mídias, a nova política. Para mim, o que é novo é o Alê na política.

LÚCIO RIBEIRO

Sou meio desanimado para assuntos políticos, mas quando vejo surgir alguém novo com idéias novas e que pensa como eu aparecendo, principalmente em relação a política cultural, arte, música e noite aparecendo, volto a acreditar que este país tem jeito. Voto fácil no Alê.

MARINA SILVA – Candidata a Presidente da República pelo PV

Votar em Ale Youssef é saber que teremos um parlamentar comprometido com os direitos das juventudes, da cultura, da cidadania e da construção de um Brasil Sustentável. É um voto num futuro melhor para todos.

HERMANO VIANNA – Antropólogo

Conheci Alê Youssef no início de 2003, quando me convocou para uma série de reuniões em São Paulo. Ele era coordenador de juventude da prefeitura de Martha Suplicy. Eu estava ajudando Gilberto Gil nos seus primeiros meses a frente do Ministério da Cultura. Em menos de um dia consegui estabelecer parcerias com vários grupos diferentes que davam nova cara para a vida artística e social da cidade, da nata do hip hop da periferia à parcela mobilizada dos DJs dos clubes mais centrais na noite paulistana, passando por novos estilistas de vanguarda. Percebi que Alê não era pessoa para jogar conversa fora: estava ali para provocar mudanças concretas, rápidas. Para isso atuava como mediador, conectando as várias cidades partidas de São Paulo, unindo centros e periferias, territórios onde circulava com uma familiaridade difícil de encontrar em outros políticos. E não era visto, nos vários ambientes, como político distante e sim como amigo.

Foi fácil ficar também amigo do Alê. Nossa amizade está baseada em ação politico-cultural, na vontade de criar possibilidades e abrir espaços para que a nova vitalidade urbana brasileira possa se expressar com cada vez mais potência. Foi pensando assim que criamos o site Overmundo, uma experiência pioneira de produção de conhecimento colaborativo na internet brasileira, desenvolvida bem antes que as pessoas soubessem o que era Web 2.0 ou YouTube. Foi assim que acompanhei de perto a criação do Studio SP, projeto (muito mais que uma casa noturna) que poderia virar exemplo para política pública em muitos estados, dando visibilidade a novas cenas e indústrias criativas locais.

Que falta faz um Studio RJ no Rio de Janeiro onde vivo. Que falta faz um candidato como Alê Youssef por aqui também. Vontade até de votar em São Paulo, só para ajudar a eleger o Alê. Não por ser meu amigo. Nossa amizade está fundamentada em ideais comuns. E são esses ideais, de uma política renovada que seja digna da riqueza que percebemos na nova cultura brasileira (periférica ou central), que Alê levará para o Congresso. Tenho certeza que sua eleição não será boa apenas para São Paulo. Tudo o que existe de mais inovador no Brasil vai se sentir representado no seu mandato.

RONALDO LEMOS – FGV e Creative Commons

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A Rua e a Rede

A cultura ocupa um espaço diferente no mundo de hoje. Por causa da Internet, ela acaba sendo “ponta-de-lança” de mudanças profundas na esfera pública.

Em toda parte e em especial no Brasil, vem acontecendo uma impressionante apropriação da tecnologia por parte das “periferias”, reorganizando as formas como a cultura é produzida e divulgada e no caminho reinventando novos e mais sustentáveis modelos de negócios.

Vale dizer que por “periferia” não me refiro apenas ao critério socioeconômico. Falo também dos movimentos culturais (e por que não dizer: vanguardas) que desafiam e ampliam o que usualmente enxergamos como cultura. Nessa linha, o grafite e o pixo, os grupos de dança de rua visíveis hoje tanto na cidade quanto a Internet, os otakus, fãs de anime, mangá e de games, a nova geração de artistas plásticos que não tem medo do digital, os skatistas, traceurs e traceuses que reinventam a ocupação da cidade e assim por diante.

Sempre gosto de pressupor uma linha imaginária que conecta todos os sentidos da palavra “periferia” e que une o que acontece na rua das grandes metrópoles (ao som de um bom funk carioca, tecnobrega, forró, pagode ou hiphop) ao que acontece na internet, do bittorrent, do twitter e das sociais e do YouTube.

Tanto as ruas quanto as redes trabalham sob o mesmo princípio: trocas crescentes e incontroláveis de informação, que se influenciam mutuamente, com o destino certo de miscigenar tudo e cada vez mais rápido. Lei do homem, do antropófago. Só me interessa o que não é meu.

A candidatura do Alê Youssef é forte por que conjuga como poucas a força das ruas e das redes. Por suas ações como secretário de juventude de São Paulo, Alê já enxergava que o futuro simbólico das cidade vai se escrever muito mais nas ruas e redes do que nas salas de concerto.

Tive a oportunidade de trabalhar com Alê na criação do Overmundo e outros projetos. Além disso, acompanho com enorme entusiasmo o renascimento do Baixo Augusta, onde o Studio SP promove, quase sem querer, uma “política cultural” que trouxe o Brasil a São Paulo, na forma de música.

O Baixo Augusta é isso mesmo: uma metáfora de tudo que estou falando aqui. Um ponto de encontro onde forças diferentes da cidade passaram a se encontrar e mudar tudo, estabelecendo novas conexões físicas e virtuais.

O que eu gostaria de ver é esse saber de experiência feito transformado em modelo para políticas culturais Brasil a fora. Entendendo diversidade como forma de prosperidade e trabalhando a partir da aliança cada vez mais forte entre a rua e a rede. Ale fará isso.

RAÍ

Acredito em outra maneira de “funcionarmos”, de idealizarmos, outro jeito de debatermos nosso futuro. Acredito em arte, cultura, esporte, sou feliz em ver a vida e vivê-la de uma forma lúdica. Quero também uma felicidade coletiva. Ela está não só no fim da caminhada, mas também na forma em que a buscamos. Por isso estou com Alê.

PITTY – Cantora

Sinto que faço parte de uma geração cética e desiludida com relação à política. E, por isso, desinteressada. Esse desinteresse provém de já termos visto tanto acontecer e pouco mudar. De uns tempos pra cá, tenho pensado que essa abstração com relação à esse assunto não é saudável, porque por mais que fiquemos de braços cruzados, alguém vai se eleger e criar as leis que interferirão diretamente em nossas vidas. E, se alguém tiver que se eleger, que seja um dos nossos. Vale a pena procurar candidatos que possam nos representar, falar por nós. Vale a pena acreditar que é possível. Adoto, então, uma postura otimista com relação às ideias e propostas de Ale Youssef, e desejo que ele seja o cara que vai trazer essa renovação tão necessária à política de hoje. Desejo que eu possa me supreender com o novo.

KLJAY – Racionais MC’s

Quem tem credibilidade tem tudo.

LEANDRA LEAL – Atriz

Finalmente podemos votar em alguém da nossa geração, comprometido com as nossas causas. Alguém que eu acredito muito.

PUPILLO – Nação Zumbi

A possibilidade de uma nova geração de políticos comprometidos com o coletivo justifica o enorme desafio aceito pelo Alê.

BARBARA THOMAZ – Apresentadora

Eu quero voltar a gostar de política, eu preciso de mudanças, eu vou de Alê!

MARCELO RUBENS PAIVA – Escritor

Vamos votar num cara que é a nossa cara e pensa como a gente.

ANDRÉ FISHER – Mix Brasil

Alê é o cara que pensa pra frente, como a gente. Tem um compromisso com avanços sociais e vai defender direitos LGBT.

WILSON SIMONINHA

Estou com Alê para buscar uma voz e uma posição mais fiel a tudo aquilo que acreditamos.

AUGUSTO BOTELHO – Advogado e sócio do Lions Nigth Club

Apóio a candidatura de Alê ao Congresso. Sua trajetória e realizações comprovam que ele é a pessoa certa para fazer política de um jeito novo.

BAIXO RIBEIRO – Choque Cultural

Alê, acredito em você, na sua energia pra chacoalhar a estrutura arcaica do nosso Congresso. E você vai fazer isso com arte!

ANDRÉ BARCINSKI – Jornalista e sócio do Clash Club

Voto feliz em Alê. Alguém que entende que música, shows, arte e tudo que nos envolve pode ser gerador de emprego e inclusão social. Força pra ele!

Sócios do CLASH CLUB

O Clash apóia com entusiasmo a candidatura de Ale Youssef. Já é hora de termos um representante que valorize a vida noturna de Sâo Paulo e que a respeite como geradora de empregos, impulsionadora do turismo e alicerce da cultura alternativa da cidade.

FABRÍCIO NOBRE – Presidente ABRAFIN

Ter o parceiro Ale Youssef como Deputado Federal em São Paulo não significará apenas grande avanço nas políticas públicas e atividades culturais / musicais neste estado, significará o fortalecimento das redes realizadoras de produção cultural / musical brasileiras, será exemplo a ser seguido por lideranças da área em todo país.

DANIEL GANJAMAN – Instituto

Tô contigo, Alê! Orgulho de ter amigo representando agente no ninho de cobras. Queria que tivessemos uns 100 dos nossos com essa mesma disposição. Apoio Total.

MARIA PRATA – Fashion TV

Nunca conheci ninguém com a mesma capacidade de empreender do Ale Youssef. Não tenho dúvidas, portanto, que tudo o que ele quer e pensa fazer em sua gestão deve se concretizar de fato. E ele não quer pouco. Ale tem meu voto e minha confiança. Mais que isso: tem minha esperança e minha alegria de ver que as coisas podem ser bem, bem diferentes na política.